Admiti que, sozinho, nunca seria capaz de vencer a luta contra o jogo. E então, finalmente, comecei a aceitar o facto, criticamente importante, de que a dependência de um Poder Superior me podia ajudar a alcançar o que sempre me tinha parecido impossível. Parei de correr. Parei de lutar. Pela primeira vez, comecei por aceitar. E pela primeira vez, comecei a ser realmente livre.