Quantos de nós não teriam a presunção de dizer: “Bem, estou prestes a superar o vício do jogo. Que mais posso querer, ou fazer? Estou bem assim.” A experiência ensinou-nos que o preço de uma complacência tão presunçosa (ou, mais delicadamente, de uma autossatisfação) é a recaída inevitável, marcada – mais cedo ou mais tarde – por um duro despertar (...)