Enquanto jogador compulsivo em recuperação, preciso de me lembrar que, por maior aceitação social que os ressentimentos tenham, isso não lhes diminui o veneno. De certa forma, o problema do ressentimento é parecido com o problema do jogo. Um jogo de casino ou de póquer nunca será seguro para mim. Já fui a eventos de beneficência, por boas causas, que tinham uma atmosfera saudável e que faziam com que jogar parecesse inofensivo (...)