A nossa velha inimiga, a vontade própria, usa uma máscara, que me confronta com a seguinte racionalização: - Por que tenho que depender de Deus? Será que ele não me deu ele inteligência para pensar por mim próprio? Quando tais pensamentos aparecem, preciso de parar um instante, e lembrar-me de que nunca fui realmente capaz de alcançar os resultados que desejei, quando dependi apenas dos meus próprios recursos.