No passado, mesmo na idade adulta, muitos de nós, infantilmente, queríamos que as pessoas protegessem, defendessem e cuidassem de nós. Agimos como se o mundo nos devesse uma vida. E então, quando as pessoas que mais amávamos se saturaram, deixando-nos à nossa sorte ou até abandonando-nos completamente, ficámos desorientados. Não conseguimos perceber que a nossa super dependência das pessoas falhou porque todos os seres humanos estão sujeitos a falhas; mesmo os melhores irão por vezes desiludir-nos, especialmente quando as nossas exigências são absurdas (...)