Quando alguém diz coisas duras ou desagradáveis, dizemos que essa pessoa se está a “esquecer de quem é”, no sentido de que está a esquecer a melhor parte de si, numa súbita explosão de fúria descontrolada. Se eu me lembrar da pessoa que quero ser, é provável que não me “esqueça de quem sou” deixando-me levar por um acesso de fúria. Acreditarei que o positivo sempre derrota o negativo: a coragem sobrepõe-se ao medo, a paciência à raiva e à irritação, e o amor leva a melhor sobre o ódio.