É costume dizer-se que um livro não se conhece pela capa. Para muitos de nós, a “capa” ou os relatos superficiais não eram assim tão maus; ao princípio, parecia que um inventário era coisa que se fazia “com uma perna às costas”. Quando fomos avançando, ficámos desapontados ao perceber que as nossas “capas” eram relativamente limpas de culpa apenas porque tínhamos enterrado bem fundo os nossos defeitos debaixo de camadas de auto-ilusões (...)