De vez em quando, quando vir a frase "Para lá irei, sem a graça de Deus", lembro-me de como proferi estas palavras quando vi outras pessoas cuja compulsão de jogar as levou a um estado que considerei "sem esperança e sem saída". Essa frase há muito que se tinha tornado uma válvula de fuga para mim, reforçando a negação da minha compulsão, levando-me a acreditar que podia apontar para outras pessoas aparentemente piores do que eu. O refrão que eu estava sempre a repetir era: - “Se alguma vez ficar assim, paro de jogar” (...)