Há um mundo de diferenças entre a ideia de amor-próprio e amor por mim. O amor-próprio é o reflexo de um ego inflamado, em torno do qual – na nossa visão distorcida da nossa própria importância – tudo deve girar. O amor-próprio é o terreno fértil para a hostilidade, a arrogância e o recipiente para outros defeitos de carácter que nos cegam a aceitar pontos de vista que não o nosso (...)