A minha compulsão por jogar era como se eu fosse um ladrão de várias maneiras. Ela roubou-me não só dinheiro, propriedade e outras coisas materiais, mas também dignidade e autorrespeito, enquanto a minha família e amigos sofriam como eu. O jogo também me roubou a capacidade de me tratar adequadamente, da maneira que como Deus o faria. Hoje, em total contraste, sou capaz de me amar verdadeiramente – ao ponto de poder dar mais amor do que aquele que realmente preciso (...)