Nos nossos primeiros dias de Jogadores Anónimos, livrámo-nos das armadilhas e dos ambientes do jogo. Tínhamos de nos livrar deles porque sabíamos que nos iam matar. Livramo-nos das situações, mas não nos podemos livrar do nosso vício até continuarmos as mudanças nas nossas atitudes. Por isso, também tivemos de lançar borda fora a nossa autopiedade, a nossa autojustificação, as nossas certezas, o nosso falso orgulho e a nossa obstinação (...)