21 de Setembro/ Reflexão do Dia

Já ouvi dizer que quando Deus fecha uma porta, abre uma janela. Desde que comecei a trabalhar nos Doze Passos de Recuperação, parte do medo e da dor que ameaçavam a minha vida desapareceu. Alguns dos meus defeitos foram eliminados, embora ainda esteja a lutar contra outros. Acredito que, se continuar a trabalhar cada vez mais os Doze Passos, a minha vida continuará a melhorar – física, mental e espiritualmente (…)

20 de Setembro/ Reflexão do Dia

Schopenhauer escreveu: “Quando o homem chega a uma condição em que acredita que algo tem de acontecer – sem desejar que isso aconteça – e que o que ele deseja nunca poderá acontecer, este é realmente o estado a que chamamos desespero.” A dor muito real das dificuldades emocionais é por vezes muito difícil de suportar no período em que estamos a tentar manter a abstinência. Mesmo assim, aprendemos com o tempo que superar tais problemas é o verdadeiro teste do modo de vida dos Jogadores Anónimos (…)

19 de Setembro/ Reflexão do Dia

Para mim, ainda não é fácil aceitar a dor ocasional e a ansiedade, com o grau certo de serenidade, mas estou cada vez mais grato por receber algum nível de dor. No Programa de Jogadores Anónimos, queremos fazê-lo retomando as lições aprendidas com os sofrimentos do passado – lições que nos deram as bênçãos que hoje disfrutamos (…)

18 de Setembro/ Reflexão do Dia

Em todas as histórias que ouvimos em Jogadores Anónimos, a dor foi o preço da entrada para uma nova vida. Mas por este preço de admissão adquirimos muito mais do que esperávamos. Deu-nos humildade, que logo descobrimos ser uma cura para a dor. Com o tempo, começamos a ter menos medo da dor e a desejar cada vez mais a humildade (…)

17 de Setembro/ Reflexão do Dia

Quando vejo novos membros a chegar a Jogadores Anónimos, lembro-me, antes de mais, do sofrimento e da confusão incontrolável em que estava, e, depois, da esperança que senti quando me dispus a aceitar o Programa de Jogadores Anónimos. Quando vejo e ouço os “veteranos” no Programa, alguns na casa dos 20 ou mais anos em JA, lembro-me que se quiser continuar a minha recuperação, preciso de tornar este Programa parte da minha vida diária. Apesar de não poder esquecer o ontem, HOJE deve ser o meu foco principal (…)

16 de Setembro/ Reflexão do Dia

Aprendemos com os outros no Programa de Jogadores Anónimos que a melhor forma de lidar com as situações sofridas é encará-las com honestidade e realismo, tentando aprender com elas, e usá-las como base para o nosso crescimento. Através do Programa de Jogadores Anónimos e do nosso contacto com um Poder Superior, podemos encontrar a coragem de usar a dor para um crescimento triunfante (…)

15 de Setembro/ Reflexão do Dia

Ninguém recebe a dor de braços abertos, mas ela tem a sua utilidade. Assim como a dor serve como aviso de que podemos estar a sofrer de alguma doença física, a dor emocional pode ser um sinal útil de que algo está errado – servindo também para nos avisar que há mudanças que precisamos de fazer. Quando sentirmos dor sem pânico, poderemos aprender a lidar com a sua causa, em vez de continuarmos a fugir (…)

14 de Setembro/ Reflexão do Dia

Antes de chegarmos ao Programa de Jogadores Anónimos, estávamos a fugir da dor e dos problemas. Escapar através de apostas compulsivas sempre foi a nossa solução temporária. Então começamos a frequentar as reuniões JA. Observávamos e ouvíamos, normalmente com espanto. Através da humildade, para onde quer que olhássemos, víamos o fracasso e o sofrimento transformados em qualidades inestimáveis (…)

13 de Setembro/ Reflexão do Dia

Ouvimos muitas vezes nas nossas reuniões de Jogadores Anónimos que a dor é o ponto de partida do progresso espiritual. Por fim, chegaremos à conclusão de que assim como a dor do jogo compulsivo precisa de ocorrer antes da nossa abstinência, o descontrolo emocional vem sempre antes da serenidade. Já não temos pena de todos os que sofrem, mas apenas daqueles que sofrem na ignorância – aqueles que não entendem o propósito e a verdadeira utilidade da dor (…)

12 de Setembro/ Reflexão do Dia

Coleridge escreveu que “Em certos momentos, uma única e quase insignificante tristeza pode, por associação, trazer de volta todas as pequenas memórias de dor e desconforto, tanto físico como mental, que já sofremos mesmo que fosse na nossa infância.” O Programa de Jogadores Anónimos não nos ensina a fingir que o sofrimento e a tristeza importam pouco. O desgosto magoa realmente, assim como outras formas de sofrimento. Mas agora que estamos livres das nossas apostas compulsivas, temos mais controlo sobre o que pensamos (…)