16 de Setembro/ Reflexão do Dia

Aprendemos com os outros no Programa de Jogadores Anónimos que a melhor forma de lidar com as situações sofridas é encará-las com honestidade e realismo, tentando aprender com elas, e usá-las como base para o nosso crescimento. Através do Programa de Jogadores Anónimos e do nosso contacto com um Poder Superior, podemos encontrar a coragem de usar a dor para um crescimento triunfante (…)

15 de Setembro/ Reflexão do Dia

Ninguém recebe a dor de braços abertos, mas ela tem a sua utilidade. Assim como a dor serve como aviso de que podemos estar a sofrer de alguma doença física, a dor emocional pode ser um sinal útil de que algo está errado – servindo também para nos avisar que há mudanças que precisamos de fazer. Quando sentirmos dor sem pânico, poderemos aprender a lidar com a sua causa, em vez de continuarmos a fugir (…)

14 de Setembro/ Reflexão do Dia

Antes de chegarmos ao Programa de Jogadores Anónimos, estávamos a fugir da dor e dos problemas. Escapar através de apostas compulsivas sempre foi a nossa solução temporária. Então começamos a frequentar as reuniões JA. Observávamos e ouvíamos, normalmente com espanto. Através da humildade, para onde quer que olhássemos, víamos o fracasso e o sofrimento transformados em qualidades inestimáveis (…)

13 de Setembro/ Reflexão do Dia

Ouvimos muitas vezes nas nossas reuniões de Jogadores Anónimos que a dor é o ponto de partida do progresso espiritual. Por fim, chegaremos à conclusão de que assim como a dor do jogo compulsivo precisa de ocorrer antes da nossa abstinência, o descontrolo emocional vem sempre antes da serenidade. Já não temos pena de todos os que sofrem, mas apenas daqueles que sofrem na ignorância – aqueles que não entendem o propósito e a verdadeira utilidade da dor (…)

12 de Setembro/ Reflexão do Dia

Coleridge escreveu que “Em certos momentos, uma única e quase insignificante tristeza pode, por associação, trazer de volta todas as pequenas memórias de dor e desconforto, tanto físico como mental, que já sofremos mesmo que fosse na nossa infância.” O Programa de Jogadores Anónimos não nos ensina a fingir que o sofrimento e a tristeza importam pouco. O desgosto magoa realmente, assim como outras formas de sofrimento. Mas agora que estamos livres das nossas apostas compulsivas, temos mais controlo sobre o que pensamos (…)

11 de Setembro/ Reflexão do Dia

O amor, mais do que tudo, pode aliviar o meu sentimento de depressão ocasional. Preciso de me manter “amável”, no sentido de ser capaz de amar os outros, em vez de me preocupar se os outros me amam. Ao perder-me, de alguma forma, nos outros, emocional ou espiritualmente, geralmente acabo por encontrar-me. Hoje percebo o que me disseram nas primeiras e obscuras reuniões de Jogadores Anónimos: que eu era a pessoa mais importante naquela sala (…)

10 de Setembro/ Reflexão do Dia

Há muitos anos atrás, o Dr. Alfred Adler prescreveu este remédio a um paciente com depressão: “Podes curar-te, se todos os dias tiveres como primeira tarefa da manhã, a ideia de como podes levar felicidade a alguém. Se continuares neste propósito durante duas semanas, já não precisarás de terapia”. Esta “receita” de Adler, como se vê, não é muito diferente da sugestão de que trabalhemos mais intensivamente no Décimo Segundo Passo para nos livrarmos da depressão (…)

9 de Setembro/ Reflexão do Dia

Quanto mais tempo estiver no Programa de Jogadores Anónimos e mais tento praticar os seus princípios em todas as áreas da minha vida, menos vezes fico desanimado ou deprimido. Talvez também haja alguma ligação com o velho ditado irónico: “Bem-aventurados aqueles que não têm expectativas, pois não ficarão desapontados e diariamente ficarão satisfeitos com novas e recentes evidências do amor de Deus e da amizade que reina entre homens e mulheres.” (…)

8 de Setembro/ Reflexão do Dia

Dizem que não há situações desesperadas. No início, claro, é difícil acreditar nisto. Os opostos – esperança e desespero – são atitudes emocionais. Somos nós é que estamos em desespero, não é a condição em que estamos. Quando desistimos da esperança e nos deprimimos, é porque ainda não conseguimos acreditar na possibilidade de mudar para melhor (…)

7 de Setembro/ Reflexão do Dia

Alguém disse: “Se não te sentes bem como és, é preciso muito esforço para melhorar. Aceita que estás bem como és e vais melhorar sem te aperceberes.” Às vezes encontramo-nos em situações tão difíceis que nos parecem impossíveis de resolver. Quanto mais pensamos nisso, mais nos sobrecarregamos à conta de nos imaginarmos incapazes de ultrapassar a situação – e entregamo-nos à depressão (…)