26 de Novembro/ Reflexão do Dia
Nos nossos primeiros dias de Jogadores Anónimos, livrámo-nos das armadilhas e dos ambientes do jogo. Tínhamos de nos livrar deles porque sabíamos que nos iam matar. Livramo-nos das situações, mas não nos podemos livrar do nosso vício até continuarmos as mudanças nas nossas atitudes. Por isso, também tivemos de lançar borda fora a nossa autopiedade, a nossa autojustificação, as nossas certezas, o nosso falso orgulho e a nossa obstinação (…)
25 de Novembro/ Reflexão do Dia
Epictetus escreveu que “se alguma coisa lhe parecer pequena, vai querer muito mais”. Como as crianças, quando colocam as mãos dentro de um frasco estreito, esforçando-se para retirar as gomas: se enchem a mão, não podem retirá-la e então começam a chorar. Quando deixam cair alguns doces, conseguem apanhar os restantes. Connosco também, devemos deixar que os desejos diminuam; não devemos cobiçar demais.” Não devo esperar demais de alguém, principalmente de mim mesmo (…)
24 de Novembro/ Reflexão do Dia
Embora tenha vindo a Jogadores Anónimos para lidar com um problema específico, logo tomei consciência de que encontraria não só a libertação da adição, mas também a liberdade de viver num mundo real sem medos ou frustrações. Aprendemos que as soluções estão dentro de nós. Com a ajuda do meu Poder Superior, posso enriquecer a minha vida com conforto, alegria e serenidade completa (…)
23 de Novembro/ Reflexão do dia
Antes de chegar a Jogadores Anónimos atuei como um ator, insistindo em escrever todo o guião, produzindo, dirigindo e, em suma, comandando todo o espetáculo. Tinha de fazer as coisas à minha maneira, sempre a tentar arrumar e reorganizar as luzes, as falas, os cenários e, acima de tudo, o desempenho dos outros atores. Para que o espetáculo fosse fantástico, tudo o que tinha de fazer era que os meus arranjos ficassem como eu queria e as pessoas se comportassem da maneira que eu queria (…)
22 de Novembro/ Reflexão do Dia
Tocqueville escreveu que “temos sucesso em empresas que exigem as qualidades positivas que temos, mas superamos aqueles que também podem fazer uso dos nossos defeitos.” Em Jogadores Anónimos aprendemos que os nossos defeitos também têm valor – se os usarmos como base para a mudança e como forma de alcançar coisas melhores. O medo pode funcionar como ponto de partida para a prudência, por exemplo, assim como para que sintamos respeito pelos outros (…)
21 de Novembro/ Reflexão do Dia
Um poeta disse uma vez que “a adversidade leva o homem a si mesmo”. Isto também acontece a mim mesmo em relação a adversidades “imaginárias”. Se espero que uma pessoa reaja de uma determinada forma numa situação específica – e não corresponde às minhas expectativas – então raramente terei o direito de ficar desapontado ou chateado. Mesmo assim, ocasionalmente, ainda sinto frustração quando os outros não agem ou reagem da maneira que espero (…)
20 de Novembro/ Reflexão do Dia
Comecei a medir o sucesso de uma forma totalmente nova. O meu sucesso de hoje não se limita às posições que escalei na sociedade ou no sucesso económico. O sucesso de hoje é meu, não importa onde ocorra, no momento em que chego ao poder de Deus dentro de mim e permito que um canal seja aberto para a expressão da Sua obra. O espírito de sucesso expressa-se em mim sob a forma de um maior entendimento e compreensão, de ideias criativas e da prestação de serviços (…)
19 de Novembro/ Reflexão do Dia
Já não discuto com pessoas que acreditam que a satisfação dos nossos desejos naturais é o principal propósito da vida. O objetivo dos Jogadores Anónimos não é acabar com o progresso material. Quando pensamos nisso, chegamos à conclusão de que nenhum outro grupo de pessoas fez mais confusão ao tentar cumprir a fórmula do “dolce vita” do que nós. Sempre tentámos ter mais do que podíamos – em todas as áreas (…)
18 de Novembro/ Reflexão do Dia
O filósofo grego Epicuro escreveu “Nada será suficiente para quem o bastante é muito pouco”. Agora que nos livramos do jogo, estamos a construir a nossa autoestima e a recuperar o respeito da família e dos amigos, não podemos tornar-nos presunçosos por causa do nosso sucesso recém-alcançado. Para a maioria de nós o sucesso sempre foi o resultado de uma combinação perigosa; assim, mesmo na nossa nova vida, é possível que ainda caiamos na perigosa armadilha de nos considerarmos os “maiores” (…)
17 de Novembro/ Reflexão do Dia
Como jogadores compulsivos em recuperação, muitos de nós agarrámos falsas ideias e posições simplesmente porque temíamos ficar indefesos se admitíssemos que estávamos errados. Para qualquer um de nós, a ideia de “recuar” ainda nos revolta. No entanto, compreendemos que a nossa autoestima aumenta quando nos tornamos capazes de colocar o orgulho no seu devido lugar e realmente encarar os factos.