24 de Abril/ Reflexão do Dia
No Programa dos Jogadores Anónimos descobrimos que não há satisfação maior nem maior alegria, do que fazer um 12º Passo bem feito. Ver os olhos de homens e mulheres a abrir-se deslumbrados, à medida que saem da escuridão para a luz, ver as suas vidas rapidamente preenchidas com um propósito novo e com sentido, e, acima de tudo, vê-los despertar para a presença de um Deus amoroso nas suas vidas — estas coisas são parte substantiva daquilo que recebemos enquanto vamos transmitindo a outras pessoas a mensagem do Programa (…)
Anonimato

O anonimato é fundamental para os Jogadores Anónimos, não só porque preserva a privacidade dos membros, como mantém a sua condição de jogador compulsivo longe do conhecimento público.
23 de Abril / Reflexão do Dia
Não interessa que necessidades ou problemas sejam os nossos, podemos sempre encontrar motivos para nos alegrarmos, ou coisas pelas quais nos podemos sentir agradecidos. Não é Deus que precisa do nosso agradecimento, somos nós que precisamos de estar gratos. A gratidão abre novos caminhos para o bem na nossa vida. A gratidão cria em cada um de nós um novo coração e um novo espírito (…)
22 de Abril / Reflexão do Dia
Que os meus olhos vão ficando cada vez mais abertos à medida que frequento as reuniões do Programa de Jogadores Anónimos. Os problemas das outras pessoas fazem com que os meus pareçam pequenos, mas mesmo assim elas estão a enfrentar esses problemas com coragem e com confiança. Há pessoas que estão enredadas em situações tão más como as minhas, mas elas sabem resistir aos seus problemas com uma firmeza maior que a minha. Frequentando as reuniões, descubro muitos motivos para estar agradecido. O meu fardo começou a ficar mais leve (…)
Como é que se deixa de jogar através do Programa JA?

Isto acontece através de uma mudança progressiva de caráter.
1 de Dezembro/ Reflexão do Dia
Aristóteles escreveu que “Somos o que fazemos repetidamente; assim, a excelência não é uma ação, mas um hábito”. Repetindo as minhas ações de jogo, tornei-me progressivamente mais propenso a fazê-las vezes sem conta. Assistindo às reuniões assiduamente, falando com o meu Poder Superior, partilhando os meus sentimentos e mantendo-me em contacto com os membros de Jogadores Anónimos entre as reuniões, tornei-me parte do que estou a fazer: parte da Irmandade de JA (…)
30 de Novembro/ Reflexão do Dia
Se somos pessoas negativas e não estamos prontos para dar uma volta na nossa vida, aqui estão algumas regras que nos podem ajudar a ficar infelizes o tempo todo que quisermos. Primeiro, não frequentar reuniões de Jogadores Anónimos. Se, de alguma forma, aparecer numa reunião, manter a boca (e a mente) fechada e as mãos nos bolsos. Não tentar resolver nenhum dos meus problemas, nunca me rir de mim mesmo, e não confiar nos outros no Programa (…)
29 de Novembro/ Reflexão do Dia
Ao contrário do que alguns pensam, o ditado “Deixe as coisas acontecerem, deixe-as à mercê de Deus” não é um sinal de apatia, de uma atitude de derrota, ou de falta de vontade de assumir a responsabilidade. Aqueles que viram as costas aos seus problemas não estão a “deixar as coisas acontecerem, nem estão à mercê de Deus”. De facto, estão a ignorar o seu compromisso de agir guiados pela inspiração e orientação de Deus (…)
28 de Novembro/ Reflexão do Dia
A nossa fé no poder de Deus – agindo em nós e nas nossas vidas – não nos liberta das nossas responsabilidades. Em vez disso, fortalece os nossos esforços, torna-nos confiantes e seguros, e permite-nos agir com convicção e sabedoria. Já não temos medo de tomar decisões; não temos medo de dar os passos necessários para agir corretamente em determinadas situações (…)
27 de Novembro/ reflexão do Dia
O Programa de Jogadores Anónimos ensina-me a transformar os sonhos irrealizáveis do passado numa realidade tranquila e num propósito verdadeiro, aliado a uma crescente consciência de um Poder Superior nas nossas vidas. Aprendemos que é bom manter a cabeça nas nuvens com Ele, mas os nossos pés devem ser plantados aqui na Terra. É aqui que estão as outras pessoas; aqui é o lugar para fazer o nosso trabalho (…)