Unidade de JA

A unidade é a qualidade mais preciosa que a nossa irmandade possui. As nossas vidas e as vidas de todos os que virão dependem diretamente disso.

10 de Agosto/ Reflexão do Dia

Na maior parte da nossa vida, fomos os nossos piores inimigos e magoámo-nos seriamente como resultado de um ressentimento “justificado” por uma falha menor. Sem dúvida que há no mundo muitas causas para ressentimentos, servindo a maior parte delas para fornecer “justificações”. Mas não podemos pôr-nos a corrigir todos os males do mundo nem querer compor as coisas para sermos agradáveis a toda a gente (…)

9 de Agosto/ Reflexão do Dia

Em várias ocasiões, descobri que há uma forte relação entre os meus medos e os meus ressentimentos. Se eu tiver medo de estar desajustado, por exemplo, tenho tendência para ficar profundamente ressentido com alguém cujas palavras ou ações exponham o meu imaginário desajuste. Mas na maior parte dos casos é muito doloroso ter de admitir que os meus medos e dúvidas acerca de mim mesmo são a causa dos meus ressentimentos (…)

8 de Agosto/ Reflexão do Dia

Enquanto jogador compulsivo em recuperação, preciso de me lembrar que, por maior aceitação social que os ressentimentos tenham, isso não lhes diminui o veneno. De certa forma, o problema do ressentimento é parecido com o problema do jogo. Um jogo de casino ou de póquer nunca será seguro para mim. Já fui a eventos de beneficência, por boas causas, que tinham uma atmosfera saudável e que faziam com que jogar parecesse inofensivo (…)

7 de Agosto/ Reflexão do Dia

O que podemos fazer quanto aos nossos ressentimentos? A experiência mostrou que a melhor coisa a fazer é escrevê-los, listando as pessoas, instituições, ou princípios que são objeto da nossa raiva ou ressentimento. Quando listo os meus ressentimentos e pergunto porque é que estou ressentido, descubro que na maior parte dos casos a minha autoestima, as minhas finanças, as minhas ambições ou as minhas relações pessoais foram atingidas ou ameaçadas (…)

6 de Agosto/ Reflexão do Dia

Por vezes e através de experiências amargas e lições dolorosas, aprendemos nas nossas relações de amizade em Jogadores Anónimos que o ressentimento é o nosso inimigo número um. Destrói-nos mais do que qualquer outra coisa. Do ressentimento nascem todas as formas de doença espiritual, porque não estivemos doentes só física ou mentalmente, mas também espiritualmente (…)

5 de Agosto/ Reflexão do Dia

Uma das coisas que aprendemos nos Jogadores Anónimos é a sermos bons para nós mesmos. Para muitos de nós, no entanto, isto é incrivelmente difícil de fazer. Muitos de nós alimentam o sofrimento de tal maneira que cada episódio fica inchado que nem um balão na hora de o revivermos e de o contarmos a alguém. Quem sofre de autopiedade é atraído para o martírio por um íman poderoso – até que os prazeres da serenidade e da satisfação acabem por lhe chegar através do Programa de JA e dos Doze Passos (…)

4 de Agosto/ Reflexão do Dia

Uma das melhores maneiras de escapar à armadilha da autopiedade é fazer uma “contabilidade rápida”. Para cada registo de sofrimento na coluna dos débitos, de certeza que encontraremos uma bênção para registar na coluna dos créditos: a saúde de que gozamos, as doenças que não temos, os amigos que gostam de nós e que nos deixam gostar deles, vinte e quatro horas sem jogo, um dia de trabalho que correu bem (…)

3 de Agosto/Reflexão do Dia

Os Doze Passos foram criados especificamente para pessoas como nós —como um atalho para chegar a Deus. Os Passos são como um remédio forte capaz de curar-nos da doença do desespero, da frustração e da autopiedade. Mesmo assim, de vez em quando recusamo-nos a usá-los. Porquê? Talvez por termos um desejo profundo de nos martirizarmos (…)

2 de Agosto/Reflexão Diária

Quando me ponho a comparar a minha vida com a vida dos outros, já estou a escorregar para o turvo pântano da autopiedade. Por contraste, se eu sentir que o que estou a fazer está certo e é bom, não estarei tão dependente da admiração e da aprovação dos outros. O aplauso sabe bem e é bom, mas não é essencial para a minha satisfação interior (…)