Se jogar, vá a uma reunião o mais rapidamente possível. Use o telefone.

Como uma irmandade de jogadores compulsivos, é inevitável que alguns voltem a jogar. Infelizmente, já houve ocasiões em que membros se encontraram nesta situação…
21 de Maio/ Reflexão Diária
“A linguagem da amizade não se faz de palavras, mas de significados”, escreveu Thoreau. A vida de facto adquire novos significados e também um novo sentido no Programa de Jogadores Anónimos (…)
20 de Maio/ Reflexão Diária
O jogo compulsivo é uma doença de solidão. Apesar daquela aparência de que fazíamos parte da multidão no meio de luzes-e-ação, era frequente a solidão torturar-nos. Até antes do fim dos nossos dias de jogo — antes de as dívidas e a culpa nos terem mostrado até que ponto as nossas vidas se tinham tornado ingovernáveis — a maioria de nós sentia que na verdade não se integrava ali (…)
Um jogador compulsivo pode voltar a jogar?

Não! A primeira aposta para um jogador compulsivo é como a primeira bebida para um alcoólico.
19 de Maio/ Reflexão Diária
“O que deixámos para trás e o que ainda nos espera são coisas insignificantes quando comparadas com o que está dentro de nós”, escreveu [o jurista] Oliver W. Holmes. Nunca fui capaz de olhar para o que estava dentro de mim, até chegar a Jogadores Anónimos e ouvir a minha história a ser contada (…)
18 de Maio/ Reflexão Diária
Nos dias de jogo ativo, considerava-me um “solitário”. Embora estivesse frequentemente com outras pessoas — via-as, ouvia-as, tocava-lhes — muitas das minhas conversas importantes eram internas comigo mesmo (…)
Não há atalhos para a recuperação

Não há atalhos para a recuperação. Não precisas de nenhum desses atalhos. Desfruta da recuperação, um dia de cada vez.
17 de Maio/ Reflexão Diária
Se já nos sentimos culpados, diminuídos ou envergonhados por causa da nossa compulsão, ou por causa das coisas que fazíamos quando estávamos “no ativo”, isso servia para aumentar a nossa sensação de sermos inadaptados (…)
16 de Maio/ Reflexão Diária
Muitos de nós, no Programa de Jogadores Anónimos, partilhamos a memória de que ao princípio jogámos para nos “integrarmos”, para sermos “os maiores”, ou para “ser uma parte da multidão”. Outros alimentámos as compulsões para estarmos “na onda” — para sentir, nem que fosse só por um tempo curto, que estávamos em linha com o resto da espécie humana (…)
Autoexclusão do jogo

A autoexclusão do jogo pode ser solicitada junto de entidades competentes. Veja como fazer.