Preencha O Vazio

Estamos há alguns dias ou semanas sem jogar. A vida deixou de piorar para nós. Estamos cheios de esperança e gratidão.
De repente deparamo-nos com um enorme vazio nas nossas vidas…

25 de Maio/ Reflexão Diária

Quando somos novos nos Jogadores Anónimos, também somos novatos no gesto de procurar amizade — ou até de a aceitar, quando ela nos é oferecida. Por vezes não estamos muito certos de como é que isso se faz, ou até duvidamos de que de facto resulte (…)

24 de Maio/ Reflexão Diária

Ultrapassar anos de desconfiança e doutros mecanismos de autoproteção nunca poderá ser um processo da noite para o dia. Ficámos profundamente condicionados a sentir-nos e a agirmos como incompreendidos e mal-amados — quer o fôssemos, quer não (…)

23 de Maio/ Reflexão Diária

Quando os recém-chegados aos Jogadores Anónimos sentem pela primeira vez a espantosa impressão de que estão realmente entre amigos, também se interrogam (quase em pânico) se essa sensação será verdadeira. E irá durar? Aqueles de nós que estão no Programa já há alguns anos podem garantir, a qualquer recém-chegado a uma reunião, que sim, que é mesmo verdadeira e que de facto irá durar (…)

22 de Maio/ Reflexão Diária

Quando, pela primeira vez, ouvi as pessoas a falar aberta e honestamente sobre si mesmas nos Jogadores Anónimos, fiquei perplexo. As histórias das suas próprias escapadas para jogar, dos seus medos secretos, da sua solidão atormentada, davam-me literalmente cabo da cabeça (…)

21 de Maio/ Reflexão Diária

“A linguagem da amizade não se faz de palavras, mas de significados”, escreveu Thoreau. A vida de facto adquire novos significados e também um novo sentido no Programa de Jogadores Anónimos (…)

20 de Maio/ Reflexão Diária

O jogo compulsivo é uma doença de solidão. Apesar daquela aparência de que fazíamos parte da multidão no meio de luzes-e-ação, era frequente a solidão torturar-nos. Até antes do fim dos nossos dias de jogo — antes de as dívidas e a culpa nos terem mostrado até que ponto as nossas vidas se tinham tornado ingovernáveis — a maioria de nós sentia que na verdade não se integrava ali (…)