Uma pessoa pode recuperar-se a si própria lendo apenas a literatura sobre o problema do jogo compulsivo?

O Programa de JA tem mais benefício para o indivíduo quando é reconhecido e aceite como um programa que envolve outras pessoas.
11 de Maio/ Reflexão Diária
Agora que aprendi que não me serve de nada uma coragem que é só bazófia, procuro e rezo por uma coragem de 24 horas para modificar as coisas que posso modificar. Evidentemente, este não é o tipo de coragem que me vai tornar forte para o resto da vida, capaz de lidar com qualquer tipo de situação sempre corajosamente (…)
10 de Maio/ Reflexão Diária
À medida que o descrente experimenta o método da oração, ele deveria também fazer a conta aos resultados. Persistindo, é quase certo que terá mais serenidade, mais tolerância, menos medo e menos raiva. Conseguirá alcançar uma coragem tranquila — e não aquele tipo de coragem que só encobre a tensão. Será capaz de olhar para os ‘erros’ e para os ‘acertos’ de maneira a vê-los como realmente são. Problemas e calamidades começarão a fazer parte da sua aprendizagem, em vez de contribuírem para a sua destruição. Sentir-se-á mais livre e mais saudável (…)
Participe no maior número possível de reuniões

Existe um ditado em Jogadores Anónimos “As reuniões produzem”. Talvez se questione: Produzem o quê? Recuperação. As reuniões tornam a recuperação mais fácil, mais forte e melhor.
9 de Maio/ Reflexão Diária
La Rochefoucauld escreveu: “A verdadeira coragem acontece quando fazemos sem testemunhas aquilo que faríamos se o mundo inteiro estivesse a observar-nos.” À medida que progredimos no Programa dos Jogadores Anónimos, reconhecemos o medo persistente tal e qual como ele é, e ganhamos a capacidade de lidar com ele. Comecemos a olhar para cada obstáculo como uma oportunidade que Deus nos dá para desenvolvermos o tipo de coragem que resulta da humildade, e não da bazófia (…)
8 de Maio/ Reflexão Diária
No Programa dos Jogadores Anónimos aprendi que não preciso de me desculpar por depender de Deus, tal como eu o concebo. Na verdade, agora tenho boas razões para duvidar daqueles que pensam que a espiritualidade é um sinal de fraqueza. Para mim, ela é um sinal de força. Durante várias gerações a convicção dominante foi a de que raramente falta coragem a homens e mulheres de fé. Eles acreditam no seu Deus. Por isso, nunca peço desculpa pela minha fé no meu Poder Superior e, ao contrário, tento deixar que Ele demonstre, através da minha pessoa e dos que me rodeiam, aquilo que tem o poder de fazer (…)
Qual é o mundo de sonho do jogador compulsivo?

Esta é uma característica bastante comum entre nós, jogadores compulsivos, quando ainda jogamos.
7 de Maio/ Reflexão Diária
Se eu acreditar que é inútil esperar qualquer melhoria na minha vida, estarei a duvidar do Poder Superior. Se eu acreditar que tenho motivos para me desesperar, estarei a confessar o meu fracasso pessoal, porque na verdade eu tenho o poder de me mudar a mim mesmo; nada poderá impedir que o faça, a não ser a minha própria falta de vontade. No Programa dos Jogadores Anónimos, posso aprender a fazer uso do imenso e inesgotável poder de Deus — se me dispuser a estar sempre consciente da presença de um Poder Superior (…)
6 de Maio/ Reflexão Diária
Muitos de nós sofrem entrando em desespero. Mesmo assim, não tomamos consciência de que o desespero é só a ausência de fé. Se estivermos dispostos a pedir a ajuda de Deus para as nossas dificuldades, não haverá razão para desespero. Quando eu tenho problemas e não consigo ver uma saída, isso só acontece porque imagino que todas as soluções dependem de mim. O Programa dos Jogadores Anónimos ensina-nos a deixar que esses grandes problemas sigam o seu curso e que Deus os resolva por nós (…)
Qual é a primeira coisa que o jogador compulsivo poderá fazer para parar de jogar?

Aceitar que o jogo compulsivo é uma doença progressiva e ter o desejo de ficar bem