11 de Junho/ Reflexão do Dia

A culpa é uma arma afiada no arsenal do Jogador Compulsivo. Podemos usar esta arma contra nós mesmos de muitas maneiras subtis, empunhando-a com destreza, por exemplo, tentando convencer-nos de que o Programa de Jogadores Anónimos realmente não funciona (…)

10 de Junho/ Reflexão do Dia

Quando menos espero, a minha ávida mente de adicto tentará levar-me de volta às minhas velhas ideias e modos de vida. De facto, a minha mente especializa-se em criar e alimentar-me de sentimentos negativos – como inveja, medo, ansiedade ou culpa (…)

9 de Junho/ Reflexão do Dia

Alguns de nós ainda novos em Jogadores Anónimos não podíamos deixar de dizer a alguém que estava disposto a ouvir, que éramos simplesmente “terríveis”. Assim como, por orgulho, nós exageramos as nossas modestas ações, também exageramos sobre os nossos defeitos de culpa (…)

8 de Junho/ Reflexão do Dia

Um amigo de Jogadores Anónimos ensinou-me a ver o excesso de culpa de uma forma completamente nova, sugerindo que a culpa não é mais do que uma espécie de orgulho ao contrário. Segundo ele, um arrependimento devido ao que aconteceu é aceitável, mas não a culpa (…)

7 de Junho/ Reflexão do Dia

Poucos de nós estão completamente isentos do sentimento de culpa. Podemos sentir-nos culpados por coisas que dissemos ou fizemos e pelas coisas que deixámos de dizer ou de fazer. Estamos tão habituados a estes sentimentos de culpa, que mesmo quando somos acusados erradamente nos sentimos culpados (…)

6 de Junho/ Reflexão do Dia

Uma das coisas mais importantes que procuro e posso encontrar em Jogadores Anónimos é adaptar-me às coisas como elas são, e ser capaz de amar sem tentar interferir na vida de alguém ou controlá-la. Às vezes a aprendizagem é sofrida, mas a recompensa é a própria vida – completa e serena (…)

5 de Junho/ Reflexão do Dia

O Programa de Jogadores Anónimos ensina-me que poucas pessoas podem realmente dizer que amam toda a gente. A maioria de nós tem de admitir que só adorávamos algumas pessoas e que éramos muito indiferentes a muitas outras. Quanto ao resto, bem, nós realmente não gostávamos ou até os odiávamos (…)