26 de Junho/ Reflexão do Dia

Quantos de nós não teriam a presunção de dizer: “Bem, estou prestes a superar o vício do jogo. Que mais posso querer, ou fazer? Estou bem assim.” A experiência ensinou-nos que o preço de uma complacência tão presunçosa (ou, mais delicadamente, de uma autossatisfação) é a recaída inevitável, marcada – mais cedo ou mais tarde – por um duro despertar (…)

25 de Junho/ Reflexão do Dia

Se alguma vez eu tirar a conclusão complacente de que já não preciso do Programa de Jogadores Anónimos, que rapidamente me lembre que ele pode fazer muito mais do que simplesmente tirar-me da angústia de viver na servidão da adição (…)

24 de Junho/ Reflexão do Dia

O principal objetivo do Programa de Jogadores Anónimos é a libertação de apostas compulsivas; sem esta libertação, não temos nada. Mas isso não significa que eu possa dizer, por exemplo: “O jogo compulsivo é a minha única preocupação. Sem ele sou uma excelente pessoa, por isso livrai-me do jogo e eu ficarei bem” (…)

23 de Junho/ Reflexão do Dia

A complacência é o meu inimigo, fácil de reconhecer nos outros, mas difícil de identificar e aceitar em mim mesmo. Complacência significa simplesmente ter a certeza de que estamos certos, assumindo que não há hipótese de estarmos errados (…)

Faça amigos na irmandade

A maioria dos membros, quando chega a JA, já sofreu muito com os efeitos do jogo. Estes efeitos podem ser muitos e variados, mas um dos mais comuns é um terrível sentimento de solidão.

22 de Junho/ Reflexão do Dia

No momento em que refletimos sobre o fim ou o enfraquecimento de uma relação com outra pessoa, as nossas emoções põem-nos na defensiva. Para evitar encarar os nossos erros, cometemos outro: com ressentimentos focamo-nos no mal que ele ou ela nos causou (…)

21 de Junho/ Reflexão do Dia

A palavra “direta” é uma palavra-chave no Nono Passo. Infelizmente, por vezes, muitos de nós esperam que as reparações indiretas sejam suficientes, poupando-nos da dor e da suposta humilhação de procurar individualmente as pessoas e de lhes contar os nossos erros (…)