23 de Maio/ Reflexão Diária

Quando os recém-chegados aos Jogadores Anónimos sentem pela primeira vez a espantosa impressão de que estão realmente entre amigos, também se interrogam (quase em pânico) se essa sensação será verdadeira. E irá durar? Aqueles de nós que estão no Programa já há alguns anos podem garantir, a qualquer recém-chegado a uma reunião, que sim, que é mesmo verdadeira e que de facto irá durar (…)

22 de Maio/ Reflexão Diária

Quando, pela primeira vez, ouvi as pessoas a falar aberta e honestamente sobre si mesmas nos Jogadores Anónimos, fiquei perplexo. As histórias das suas próprias escapadas para jogar, dos seus medos secretos, da sua solidão atormentada, davam-me literalmente cabo da cabeça (…)

21 de Maio/ Reflexão Diária

“A linguagem da amizade não se faz de palavras, mas de significados”, escreveu Thoreau. A vida de facto adquire novos significados e também um novo sentido no Programa de Jogadores Anónimos (…)

20 de Maio/ Reflexão Diária

O jogo compulsivo é uma doença de solidão. Apesar daquela aparência de que fazíamos parte da multidão no meio de luzes-e-ação, era frequente a solidão torturar-nos. Até antes do fim dos nossos dias de jogo — antes de as dívidas e a culpa nos terem mostrado até que ponto as nossas vidas se tinham tornado ingovernáveis — a maioria de nós sentia que na verdade não se integrava ali (…)

19 de Maio/ Reflexão Diária

“O que deixámos para trás e o que ainda nos espera são coisas insignificantes quando comparadas com o que está dentro de nós”, escreveu [o jurista] Oliver W. Holmes. Nunca fui capaz de olhar para o que estava dentro de mim, até chegar a Jogadores Anónimos e ouvir a minha história a ser contada (…)

18 de Maio/ Reflexão Diária

Nos dias de jogo ativo, considerava-me um “solitário”. Embora estivesse frequentemente com outras pessoas — via-as, ouvia-as, tocava-lhes — muitas das minhas conversas importantes eram internas comigo mesmo (…)