30 de Abril/ Reflexão Diária

Aprendemos no Programa que “a fé sem trabalho é uma fé que está morta”. Isso aplica-se bem ao jogador compulsivo. Porque se ele ou ela desistem de aperfeiçoar e de alargar a sua vida espiritual através do trabalho e do sacrifício pessoal pelos outros, acabarão por não sobreviver às tentações e às experiências desagradáveis que irão aparecer. Se desistirem de se esforçar, irão de certeza recair na sua compulsão e, recaindo no jogo, é bem provável que acabem por morrer. E aí, a fé morrerá mesmo, literalmente (…)

Preencha O Vazio

Estamos há alguns dias ou semanas sem jogar. A vida deixou de piorar para nós. Estamos cheios de esperança e gratidão.
De repente deparamo-nos com um enorme vazio nas nossas vidas…

29 de Abril/ Reflexão Diária

À medida que vou progredindo no Programa — partilhando, servindo e tornando-me cada vez mais ativo — descubro que está a ficar mais fácil viver no Presente. Até o meu vocabulário está a mudar. Já não uso frases tão gastas como “poderia ter feito isto”, “deveria ter feito aquilo”, “se eu tivesse”, “se eu pudesse”. O que está feito, está feito; e o que for, será. O único tempo que realmente importa é Agora (…)

28 de Abril/ Reflexão Diária

Vou resolver-me a observar com um novo interesse mesmo as coisas mais banais que hoje acontecerem. Se eu aprender a ver todas as coisas com um olhar renovado, talvez consiga descobrir razões de sobra para me sentir grato e satisfeito. Quando me sentir afundado no pântano dos meus pensamentos negativos, farei por me afastar deles – e agarrar-me à força salvadora da partilha com os companheiros do Programa (…)

Autoexclusão do jogo

A autoexclusão do jogo pode ser solicitada junto de entidades competentes. Veja como fazer.

27 de Abril/ Reflexão do Dia

Tenho mesmo a certeza de que estou a fazer tudo o que é possível para ter sucesso na minha nova vida? Estou a usar bem as minhas capacidades? Reconheço e valorizo tudo aquilo que só me dá motivos para estar grato? O Programa dos Jogadores Anónimos e os seus Doze Passos ensinam-me que eu estou na posse de recursos ilimitados. Quanto mais coisas faço com eles, maiores serão esses recursos — para ofuscar e eliminar os sentimentos de dor e de dificuldade que agora ocupam uma parte tão grande da minha atenção (…)

26 de Abril/ Reflexão do Dia

Quando cheguei pela primeira vez aos Jogadores Anónimos, fiquei perplexo com o som constante das gargalhadas. Hoje já percebi que o entusiasmo e a alegria ajudam e são úteis. Por vezes, as pessoas de fora surpreendem-se quando desatamos a rir por causa de uma daquelas histórias trágicas do nosso passado. Mas porque é que não nos haveríamos de rir? Estamos em recuperação, e estamos a ajudar outros companheiros a recuperar também. Há alguma razão, melhor que esta, para nos sentirmos felizes e bem-dispostos (…)

25 de Abril/ Reflexão do Dia

Há muito mais razões para estar grato do que aquilo que imagino. Esqueço-me, com demasiada frequência, de pensar em todas aquelas coisas na minha vida que eu poderia aproveitar e apreciar. Talvez eu não tire tempo suficiente para esta meditação importante, porque ando preocupado demais com aquilo a que chamo as minhas aflições. Deixo a cabeça encher-se com as minhas queixas e, quanto mais penso nelas, maiores elas me parecem. Em vez de me entregar a Deus e à sua bondade, deixo-me dominar por uma maneira negativa de pensar onde as minhas ideias acabarão por se perder, a menos que eu as dirija com firmeza para caminhos mais iluminados (…)

24 de Abril/ Reflexão do Dia

No Programa dos Jogadores Anónimos descobrimos que não há satisfação maior nem maior alegria, do que fazer um 12º Passo bem feito. Ver os olhos de homens e mulheres a abrir-se deslumbrados, à medida que saem da escuridão para a luz, ver as suas vidas rapidamente preenchidas com um propósito novo e com sentido, e, acima de tudo, vê-los despertar para a presença de um Deus amoroso nas suas vidas — estas coisas são parte substantiva daquilo que recebemos enquanto vamos transmitindo a outras pessoas a mensagem do Programa (…)