Faça amigos na irmandade

A maioria dos membros, quando chega a JA, já sofreu muito com os efeitos do jogo. Estes efeitos podem ser muitos e variados, mas um dos mais comuns é um terrível sentimento de solidão.
Qual é a primeira coisa que o jogador compulsivo poderá fazer para parar de jogar?

Aceitar que o jogo compulsivo é uma doença progressiva e ter o desejo de ficar bem
Força de vontade para parar de jogar!

Porque é que o jogador compulsivo não pode simplesmente usar a sua força de vontade para parar de jogar?
Preencha O Vazio

Estamos há alguns dias ou semanas sem jogar. A vida deixou de piorar para nós. Estamos cheios de esperança e gratidão.
De repente deparamo-nos com um enorme vazio nas nossas vidas…
Anonimato

O anonimato é fundamental para os Jogadores Anónimos, não só porque preserva a privacidade dos membros, como mantém a sua condição de jogador compulsivo longe do conhecimento público.
Autoexclusão do jogo

A autoexclusão do jogo pode ser solicitada junto de entidades competentes. Veja como fazer.
Uma pessoa pode recuperar-se a si própria lendo apenas a literatura sobre o problema do jogo compulsivo?

O Programa de JA tem mais benefício para o indivíduo quando é reconhecido e aceite como um programa que envolve outras pessoas.
1 de Dezembro/ Reflexão do Dia
Aristóteles escreveu que “Somos o que fazemos repetidamente; assim, a excelência não é uma ação, mas um hábito”. Repetindo as minhas ações de jogo, tornei-me progressivamente mais propenso a fazê-las vezes sem conta. Assistindo às reuniões assiduamente, falando com o meu Poder Superior, partilhando os meus sentimentos e mantendo-me em contacto com os membros de Jogadores Anónimos entre as reuniões, tornei-me parte do que estou a fazer: parte da Irmandade de JA (…)
30 de Novembro/ Reflexão do Dia
Se somos pessoas negativas e não estamos prontos para dar uma volta na nossa vida, aqui estão algumas regras que nos podem ajudar a ficar infelizes o tempo todo que quisermos. Primeiro, não frequentar reuniões de Jogadores Anónimos. Se, de alguma forma, aparecer numa reunião, manter a boca (e a mente) fechada e as mãos nos bolsos. Não tentar resolver nenhum dos meus problemas, nunca me rir de mim mesmo, e não confiar nos outros no Programa (…)
29 de Novembro/ Reflexão do Dia
Ao contrário do que alguns pensam, o ditado “Deixe as coisas acontecerem, deixe-as à mercê de Deus” não é um sinal de apatia, de uma atitude de derrota, ou de falta de vontade de assumir a responsabilidade. Aqueles que viram as costas aos seus problemas não estão a “deixar as coisas acontecerem, nem estão à mercê de Deus”. De facto, estão a ignorar o seu compromisso de agir guiados pela inspiração e orientação de Deus (…)