5 de Junho/ Reflexão do Dia
O Programa de Jogadores Anónimos ensina-me que poucas pessoas podem realmente dizer que amam toda a gente. A maioria de nós tem de admitir que só adorávamos algumas pessoas e que éramos muito indiferentes a muitas outras. Quanto ao resto, bem, nós realmente não gostávamos ou até os odiávamos (…)
Qual é o mundo de sonho do jogador compulsivo?

Esta é uma característica bastante comum entre nós, jogadores compulsivos, quando ainda jogamos.
4 de Junho/ Reflexão do Dia
Aceitação é a resposta. Demasiadas vezes não consegui aceitar quem eu era, e desta forma era impossível aceitar os outros. Antes de vir para Jogadores Anónimos, escondi-me da verdade por ter medo dela. Agora, com a ajuda dos meus irmãos de JA, posso ultrapassar isso (…)
3 de Junho/ Reflexão Diária
Thomas Merton escreveu que “o despertar do amor representa deixar aqueles que amamos serem completamente quem são, e não torcê-los para serem reflexo da nossa própria imagem”; de contrário, vamos adorar neles apenas o reflexo da nossa própria imagem que vemos nelas” (…)
Anonimato

O anonimato é fundamental para os Jogadores Anónimos, não só porque preserva a privacidade dos membros, como mantém a sua condição de jogador compulsivo longe do conhecimento público.
2 de Junho/ Reflexão Diária
No processo de aprender a amar-me a mim próprio e, por outro lado, amar os outros voluntariamente sem qualquer condição, comecei a compreender as palavras de Santo Agostinho: “O amor destrói o que somos, para que possamos ser o que não fomos” (…)
1 de Junho/ Reflexão Diária
Lentamente, mas de uma forma verdadeira, estou a tornar-me capaz de aceitar tanto os erros como as virtudes dos outros. O Programa de Jogadores Anónimos está a ensinar-me a “amar sempre o que há de melhor nas pessoas – e nunca temer o pior nelas” (…)
Qual é a primeira coisa que o jogador compulsivo poderá fazer para parar de jogar?

Aceitar que o jogo compulsivo é uma doença progressiva e ter o desejo de ficar bem
31 de Maio/ Reflexão Diária
Dar amor é, por si só, uma realização. Não é importante se o amor é ou não é retribuído. Se eu dou amor apenas para o receber de volta e nos mesmos termos, o meu amor é cancelado por aquilo que me motiva (…)
30 de Maio/ Reflexão Diária
Desde que estou nos Jogadores Anónimos, aprendi a redefinir o amor. Aprendi, por exemplo, que às vezes é preciso colocar o amor acima da “honestidade factual” indiscriminada. Já não posso magoar, cruel e desnecessariamente, outras pessoas, sob o disfarce da “honestidade total” (…)