8 de Junho/ Reflexão do Dia

Um amigo de Jogadores Anónimos ensinou-me a ver o excesso de culpa de uma forma completamente nova, sugerindo que a culpa não é mais do que uma espécie de orgulho ao contrário. Segundo ele, um arrependimento devido ao que aconteceu é aceitável, mas não a culpa (…)

7 de Junho/ Reflexão do Dia

Poucos de nós estão completamente isentos do sentimento de culpa. Podemos sentir-nos culpados por coisas que dissemos ou fizemos e pelas coisas que deixámos de dizer ou de fazer. Estamos tão habituados a estes sentimentos de culpa, que mesmo quando somos acusados erradamente nos sentimos culpados (…)

6 de Junho/ Reflexão do Dia

Uma das coisas mais importantes que procuro e posso encontrar em Jogadores Anónimos é adaptar-me às coisas como elas são, e ser capaz de amar sem tentar interferir na vida de alguém ou controlá-la. Às vezes a aprendizagem é sofrida, mas a recompensa é a própria vida – completa e serena (…)

5 de Junho/ Reflexão do Dia

O Programa de Jogadores Anónimos ensina-me que poucas pessoas podem realmente dizer que amam toda a gente. A maioria de nós tem de admitir que só adorávamos algumas pessoas e que éramos muito indiferentes a muitas outras. Quanto ao resto, bem, nós realmente não gostávamos ou até os odiávamos (…)

4 de Junho/ Reflexão do Dia

Aceitação é a resposta. Demasiadas vezes não consegui aceitar quem eu era, e desta forma era impossível aceitar os outros. Antes de vir para Jogadores Anónimos, escondi-me da verdade por ter medo dela. Agora, com a ajuda dos meus irmãos de JA, posso ultrapassar isso (…)

3 de Junho/ Reflexão Diária

Thomas Merton escreveu que “o despertar do amor representa deixar aqueles que amamos serem completamente quem são, e não torcê-los para serem reflexo da nossa própria imagem”; de contrário, vamos adorar neles apenas o reflexo da nossa própria imagem que vemos nelas” (…)

Anonimato

O anonimato é fundamental para os Jogadores Anónimos, não só porque preserva a privacidade dos membros, como mantém a sua condição de jogador compulsivo longe do conhecimento público.

2 de Junho/ Reflexão Diária

No processo de aprender a amar-me a mim próprio e, por outro lado, amar os outros voluntariamente sem qualquer condição, comecei a compreender as palavras de Santo Agostinho: “O amor destrói o que somos, para que possamos ser o que não fomos” (…)